
Uma lágrima torrencial
Numa folha que caí
Uma estaca encravada
Na manhã chuvosa
Um mar abandonado
No fundo do teu olhar
E o tempo?
Sem que ninguém lhe peça
Avança segundo a segundo
Transportando nossas vidas
O momento certo da decisão
Do homem que buscar o amor
Pode está atrás daquela pedra
Que o mesmo ignora
Lamentável não atingir
O sossego das horas
Nem atingir a noite
presa em uma gaiola
Passa o tempo, a vida
E até as rugas se curvam
Os momentos felizes
Tão poucos, afundam
Nobres senhores
Livras teus irmãos das trevas
Eles precisam de luz
Pois ainda são como crianças